terça-feira, setembro 27, 2011

Ao meu amor.

E o que eu posso dizer além de que te amo?
Que vou te esperar sempre no meu terraço com a nuca a mostra e o perfume que você gosta?
Que vou ficar sem graça sempre que você me olhar como se me lesse?
De tudo isso você já sabe.

O que mais quer que eu diga?
Que me preocupo com seus passos e atos?
Que morro de medo de te perder?
Que me arrepio quando você fica perto demais?
Você sabe dessa parte toda também.

Eu só quero que você não vá,
que me abrace quando o frio vier,
Que me deixe alinhar minha cabeça no seu peito e ouvir teu coração bater.
quero que tenha paciência com meus pudores e minha timidez.

Sei que pode parecer piegas, melo dramático,
doce demais ou coisa de gente carente...
Mas, eu preciso de você e sempre precisei.
Você sabe muito bem disso.

Cuide sempre de mim, te amo.

terça-feira, setembro 20, 2011

De flor a flor.


Que estranho segredo orbita nos seus olhos cor de jabuticaba?
Que estranha dor marca com lágrimas o seu rosto?
Ó flor da noite, que chora na penumbra, o que te causa tormento?
Quem fere teu doce coração de menina?

Quero eu, então, que nenhuma dor te atinja, que nenhuma lágrima te cinja, que mágoa alguma te machuque. Ainda que as pétalas caiam, que as forças se esvaiam, que o medo não te prenda ou assuste.
Ó flor, forte e frágil, flor de olhos fortes, flor de sorriso farto, flor que é porto seguro para as lamentações e alegrias de uma amiga infame como eu, flor que desabrocha todos os dias um tanto mais, mais uma flor em meio a tantas outras flores; mas uma flor diferente, uma flor irmã.
Deixo então as minhas palavras, talvez sem nexo e rebuscadas, palavras sem lágrimas, palavras que, para alguém como eu, exigem uma dose extrema de sensíbilidade que muito falta às vezes, palavras de amiga, palavras de irmã.
Palavras que vão de flor a flor a dizer o real sentido da vida das flores, amar, ser amor.

Amo-a profundamente, minha irmã.
Com carinho a Jéssica Lopes.

segunda-feira, setembro 12, 2011

Sonhe.

Nem sempre que a gente sonha acontece, às vezes aquilo que a gente quer não é o melhor pra gente mas, olha, Bô, não é por isso que a gente vai deixar de sonhar. Deus só deixa a gente chegar aonde realmente temos que ir, pode ser um castelo na Europa, ou numa casinha de barro em qualquer lugar.
A gente tem que sonhar, mas tem que pedir a Deus que Ele sonhe o mesmo sonho que a gente, entendeu, Bô?
Então sonhe, viu? E não esqueça de pedir pra Deus.

sábado, setembro 03, 2011

Dá teu colo, Mãe.

Eu disse pra mãe:
-Mãe, me dá teu colo, quero tanto um carinho, tenho muito amor pra chorar.
E a mãe disse:
-Vem, filha, vem, que eu te conto como curar um coração partido.

Liberdade, Pai.

Pai, empresta a chave do carro? Eu acordei com uma vontade absurda de conhecer o mundo, sabe? Sentir aquela liberdade, dá pra entender, pai?
Depois que eu me encontrar e ver se valeu a pena ter ficado "livre" te conto por onde andei,
To indo, pai.
Prometo que volto antes da meia noite.

quinta-feira, setembro 01, 2011

Setembro


E lá se foi agosto, com o seu gosto amargo. Agosto, amargo gosto, sem gosto, desgosto, tudo passou, tudo se foi, e lá vem setembro. Setembro doce, de brisa refrescando meu coração, setembro de sol gostoso na janela, setembro que sempre ganha palavras em todos os lugares, setembro com o verão, ou seria com primavera?
Venha setembro, doce setembro, pra construir novas pontes, pra apagar as dores e os desgostos de agosto. Seja muito bem-vindo meu querido setembro.
"I love the way you are, and I don't care about anything else."



Eu tinha que acreditar no que ele me dizia, tinha sim.
Algo de verdadeiro deveria haver naquela história...é, havia o meu amor.